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domingo, 4 de abril de 2021

Páscoa

 

 Páscoa

Apesar da absorção e mistura de comemorações a nível mundial, há tradições que se mantêm intactas até hoje.

Em Portugal, a Páscoa é uma das datas mais queridas para a população e isso deve-se ao facto de ser um dos países mais religiosos da Europa, ocupando a 9.ª posição da lista em 2018.

São inúmeras as tradições que ainda hoje podemos encontrar de Norte a Sul do país. O folar, a cruz, as procissões, o compasso, o cordeiro, os doces e as iguarias, são exemplos.

De região para região, os costumes variam. Vamos conhecer alguns?

 


 

 BRAGA

Na Semana Santa, Braga ganha vida com uma das maiores celebrações da cidade e recebe milhares de visitantes todos os anos.

A cidade enche-se de motivos alusivos à quadra, incenso, altares, flores, luzes e faixas roxas, e celebra a Páscoa através de diferentes iniciativas, das quais se destaca a Procissão da Burrinha - onde a imagem de Nossa Senhora é transportada por uma burrinha -, a procissão de Trasladação da Imagem do Senhor dos Passos, o Domingo de Ramos – composto pela missa, bênção e procissão de ramos –, a famosa Procissão do Senhor “Ecce Homo” ou dos “Fogaréus” – que personifica os penitentes e evoca o julgamento de Cristo – e o Compasso Pascal.

Para além das celebrações religiosas, a cidade oferece inúmeros eventos socioculturais, como concertos e exposições

 Retirado da Internet

quinta-feira, 25 de março de 2021

Lenda da Moura da Ponte de Chaves

 

 


 

 Lenda da Moura da Ponte de Chaves

 


Reza a lenda de Chaves que no século XII, uma jovem moura ficara noiva do primo, Abed, filho de um guerreiro mouro que virara alcaide. A jovem, apesar de ter aceitado o noivado, não amava o futuro marido. Anos mais tarde, os cristãos voltaram para reconquistar Chaves, e a jovem moura foi tomada refém por um guerreiro cristão. A moura e o cristão apaixonaram-se e viviam felizes, enquanto o seu prometido e o seu tio fugiram de Chaves. Os cristãos ganharam a guerra e restabeleceu-se a paz.
Abed, que sabia do caso, nunca perdoou, e voltou à cidade vestido de mendigo, para se vingar. Esperou-a na ponte e, quando a viu, pediu-lhe esmola. A moura, que lhe estendeu a mão, cruzou olhares com ele e o mouro rejeitado rogou-lhe a praga: “Para sempre ficarás encantada sob o terceiro arco desta ponte. Só o amor de um cavaleiro cristão, não aquele que te levou, poderá salvar-te.” A moura desapareceu como por magia, e só umas poucas damas cristãs foram testemunhas.
O amado procurou a sua moura por toda a parte e nunca a encontrou, acabando por morrer de tristeza e saudade. E a moura encantada da ponte nunca mais foi vista. Anos mais tarde, diz o povo que, numa noite de S. João, passava um cavaleiro cristão pela ponte quando ouviu murmúrios e socorros. Então, uma voz de mulher lhe pediu para descer ao terceiro arco da ponte e dar-lhe um beijo. O jovem cristão, com medo, fugiu. Assim, ficou a moura da ponte de Chaves encantada para sempre. Agora, nas noites de S. João, é possível ouvir os lamentos da moura encantada, que está eternamente castigada por se ter apaixonado.

 Fonte: A Bruxa vol.1 por J.E. Baker 1892.

sexta-feira, 12 de março de 2021

Lenda da Boca do Inferno

 

 


 

Lenda da Boca do Inferno

 


Esta lenda passa-se na zona de Cascais, onde em tempos existiu um castelo habitado por um bruxo malvado. O bruxo escolheu a mais bela donzela da zona para se casar, mas ao vê-la em pessoa decidiu prendê-la escondida, louco de ciúmes pela beleza dela. A donzela ficou confinada a uma torre solitária, com um cavaleiro de guarda, sem nunca se poderem ver.
Os anos passaram e os dois conversavam e faziam-se companhia, até que o cavaleiro decidiu subir à torre para ver a sua amiga. Diz a lenda que, quando o cavaleiro abriu a porta, ficou embasbacado com a sua beleza e rapidamente se enamorou dela. Os apaixonados decidiram fugir a cavalo, esquecendo-se que o bruxo enfeitiçara a donzela e de tudo sabia.
O feiticeiro, enraivecido e sedento de vingança, invocou uma tempestade fortíssima que atingiu os rochedos por onde os amantes fugiam. Os rochedos abriram-se como uma boca, e as águas engoliram a donzela e o cavaleiro. Esse buraco nunca mais fechou, e a população começou a chamar-lhe Boca do Inferno, pelo destino infeliz que o par teve.

 Fonte: A Bruxa vol.1 por J.E. Baker 1892

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

LENDAS - TRADIÇÕES E COSTUMES DE PORTUGAL

 

 

Portugal é um país extremamente rico em estórias e mitos antigos que inspiram costumes e superstições. São às centenas as lendas portuguesas, contos, ditos e crenças populares que fazem da nossa cultura tão rica e interessante. De lobisomens a fadas, bruxas a sereias, fantasmas e almas-penadas a milagres de santos, não há criatura que o nosso folclore não inclua, à exceção, talvez, de vampiros.

Mas não só de terror se tratam as lendas portuguesas. Muitas revelam terras e gentes de coragem, histórias de vingança, amores impossíveis e amores perfeitos. Conheça, ou relembre, algumas lendas portuguesas.

Fonte: A Bruxa vol.1 por J.E. Baker 1892.


 

 


 Lenda da Lagoa do Negro



Esta lenda conta a história de como a Lagoa do Negro, na ilha Terceira, apareceu. Conta-se que, há séculos, existia uma família nobre na Terceira, com escravos negros. A única filha do patriarca era submissa e receava o pai, e aceitou sem questionar um casamento imposto. A moça, presa num casamento por conveniência do pai, apaixonou-se por um escravo, que também a amava.
Um dia, uma aia que seguia a morgada para todo o lado, escutou os apaixonados a falar do seu amor, e foi contar ao seu amo. Este, vexado e enraivecido, ordenou que se prendesse o escravo.
O homem, ao ouvir cães de caça e cavalos ao longe, percebeu que o buscavam e pôs-se em fuga. Fugiu pelos montes e vales, até não mais conseguir correr, e deixou-se cair em desespero. Diz a lenda que o escravo começou a chorar tanto e com tanta tristeza, que as suas lágrimas fizeram nascer uma lagoa à sua frente. Assustado e encurralado, ouvindo os cavalos cada vez mais próximos, correu colina acima e atirou-se para a lagoa, onde morreu afogado.

Fonte: A Bruxa vol.1 por J.E. Baker 1892.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Joaquim Pessoa


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terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Joaquim Pessoa


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segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Joaquim Pessoa


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domingo, 8 de novembro de 2020

Joaquim Pessoa


Compilação


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terça-feira, 20 de outubro de 2020

Joaquim Pessoa


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segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Joaquim Pessoa


Compilação


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