
Pequeno Poema
Quando eu nasci,
ficou tudo como estava,
Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.
Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.
As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...
P'ra que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha Mãe...
Sebastião da Gama
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5 comentários:
A ternura,o encantamento,o esquecer da dor,ao segurar o filho nos braços!
Que poema lindo de Sebastião da Gama que eu ñ conhecia...
Beijo.
isa.
AMEIiiiiiiiiiiiiii
VOU VOLTAR
Meu amido
Um belo e terno poema, sempre escolhe muito bem.
P'ra que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha Mãe...
Lindo
Beijinhos
Sonhadora
Olá amigo!
Lindo poema!!! Parabéns pela escolha...
Abraço,
Lourenço
Lindo e terno este poema... A expressão máxima do momento mágico entre mãe e filho: o primeiro encontro.
Bela escolha.
beijo
tais luso
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