Adoro ouvir falar, nas tuas costas,
de ti e dos tais crimes que tu fazes.
(é do tipo de coisas que não gostas
mas é do que as pessoas são capazes).
Nunca me intrometi. Deixo falar.
por estranho que pareça, o julgamento
assim, à revelia. é salutar.
O réu é condenado de momento
depois volta, andando em liberdade,
a cometer mais crimes, mais excessos
contra a tradicional moralidade,
confundindo direitos e avessos.
E eu que sou escrivão contra vontade
arquivo, livremente, os teus processos.
3 comentários:
A conotação das palavras torna o texto mais rico e conduz-nos a locais,sentidos e sensações,sempre
diferentes.
Gostei,AmigoK.
Beijo.
isa.
Joaquim Pessoa sempre bem!! Obrigada pela partilha. Beijos.
Este tenho igual:)
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