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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Poetas da Nossa Terra


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9 comentários:

Sonhadora disse...

Meu querido amigo
Esse papel é uma relíquia.

beijinhos
Sonhadora

Isa disse...

Antes de mais,gosto do visual do Palavras.
Quanto ao poema sabes bem quanto me
comovo com a música,a poesia,a voz do Zeca.
Beijo.
isa.

Insana disse...

Nossaa parabens

bjs
Insana

Mara disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Mara disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Mara disse...

Oi, meu querido.
Belíssima postagem!
Zeca Afonso dispensa maiores comentários.
Gosto muito dessa canção também e compartilho contigo.

Canção De Embalar

Dorme meu menino a estrela d'alva
Já a procurei e não a vi
Se ela não vier de madrugada

Outra que eu souber será pra ti
ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô (bis)
Outra que eu souber na noite escura
Sobre o teu sorriso de encantar
Ouvirás cantando nas alturas
Trovas e cantigas de embalar
Trovas e cantigas muito belas
Afina a garganta meu cantor
Quando a luz se apaga nas janelas
Perde a estrela d'alva o seu fulgor
Perde a estrela d'alva pequenina
Se outra não vier para a render
Dorme quinda à noite é uma menina
Deixa-a vir também adormecer

Beijos,
Mara Regina

Amor feito Poesia disse...

De esquecer que um dia eu tive dor e agonia!

Perpetuando sempre esse amor na mente!...

Betânia Uchôa


Saudações Poéticas! Beijos no coração!!M@ria

Vivian disse...

...o que seria da vida
sem os poetas e a poesia?

muahhhhhhhhhhhhhhh

poetaeusou . . . disse...

*
A morte saiu á rua num dia assim
Naquele lugar sem nome para qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue dum peito sai
Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual
Só olho por olho e dente por dente vale
À lei assassina à morte que te matou
Teu corpo pertence à terra que te abraçou
,
In-Zeca,
,
Abraço
,
*