Azulejo a Jorge de Sena
situado em Aveiro
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A Portugal
Esta é a ditosa pátria minha amada. Não.
Nem é ditosa, porque o não merece.
Nem minha amada, porque é só madrasta.
Nem pátria minha, porque eu não mereço
A pouca sorte de nascido nela.
Nada me prende ou liga a uma baixeza tanta
quanto esse arroto de passadas glórias.
Amigos meus mais caros tenho nela,
saudosamente nela, mas amigos são
por serem meus amigos, e mais nada.
............................................
....................................................
Etc .Etc. Etc.
»»»»»«««««
Esta é a ditosa pátria minha amada. Não.
Nem é ditosa, porque o não merece.
Nem minha amada, porque é só madrasta.
Nem pátria minha, porque eu não mereço
A pouca sorte de nascido nela.
Nada me prende ou liga a uma baixeza tanta
quanto esse arroto de passadas glórias.
Amigos meus mais caros tenho nela,
saudosamente nela, mas amigos são
por serem meus amigos, e mais nada.
............................................
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Etc .Etc. Etc.
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Uma linda homenagem.
ResponderEliminarUm feliz domingo
abraço
...sentí aqui uma homenagem.
ResponderEliminarmas qqr coisa de doído
tinha nela.
que arte maravilhosa, esta
de tuas mãos.
beijo imenso!
Bom Dia.Parabéns pelas alterações q.fizeste na imagem do blog.
ResponderEliminarEstá lindo.
Homenagem justa.
Beijo.
isa.
Belíssimo! Uma homenagem mais que merecida! Muitos beijos.
ResponderEliminarBelo poema!
ResponderEliminarO país silenciou a voz do grande poeta...nada mais cruel!Mas a sua obra está aí e enquanto existir poesia seu nome será resgatado no clamor de cada um de nós!
Abraço
Boa noite!
ResponderEliminarA voz do poeta não se cala!
Boa semana.