QUE O AMOR NÃO ME ENGANA
Que amor não me engana Com a sua brandura Se de antiga chama Mal vive a amargura Duma mancha negra Duma pedra fria Que amor não se entrega Na noite vazia E as vozes embarcam Num silêncio aflito Quanto mais se apartam Mais se ouve o seu grito Muito à flor das águas Noite marinheira Vem devagarinho Para a minha beira Em novas coutadas Junto de uma hera Nascem flores vermelhas Pela Primavera Assim tu souberas Irmã cotovia Dizer-me se esperas O nascer do dia
Zeca««««««««««««««««««««««««««««««««««««

Que lindo poema do poeta Zeca que se mostra inspiradíssimo.abraços,chica
ResponderEliminardelicia de poema,bjs meu querido!
ResponderEliminarOlá, meu querido!
ResponderEliminarE as vozes embarcam num silêncio aflito
Quanto mais se apartam Mais se ouve o seu grito....
Imagino que seja o "eco da saudade"
de um amor verdadeiro!
Gostei muito...
Beijos....
Mara
Amigo, Zeca Afonso é sempre uma escolha excelente!
ResponderEliminarAproveito para agradecer todas as mensagens que tão gentilmente deixa no meu cantinho, e peço desculpa de só poder vir visitar e comentar ao fim de semana, mas durante a semana é quase impossível, pois a minha disponibilidade de tempo é bem pouquinho. Os meus posts embora aparecem quase diariamente, são feitos pela noite adentro que é quando consigo parar as minhas tarefas, depois são agendados.
Desejo um Bom Domingo
Beijinhos
Maria
o verdadeiro amor é o ultimo que não engana
ResponderEliminarbeijos
A pessoa amada é sempre um território novo, único e primeiro.
ResponderEliminarPS:Agradeço tua carinhosa visita.Uma ótima semana!
Não sei o que está acontecendo com o site.Só depois de várias tentativas consegui postar o comentário!