Oi, meu querido. Belíssima postagem! Zeca Afonso dispensa maiores comentários. Gosto muito dessa canção também e compartilho contigo.
Canção De Embalar
Dorme meu menino a estrela d'alva Já a procurei e não a vi Se ela não vier de madrugada
Outra que eu souber será pra ti ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô (bis) Outra que eu souber na noite escura Sobre o teu sorriso de encantar Ouvirás cantando nas alturas Trovas e cantigas de embalar Trovas e cantigas muito belas Afina a garganta meu cantor Quando a luz se apaga nas janelas Perde a estrela d'alva o seu fulgor Perde a estrela d'alva pequenina Se outra não vier para a render Dorme quinda à noite é uma menina Deixa-a vir também adormecer
* A morte saiu á rua num dia assim Naquele lugar sem nome para qualquer fim Uma gota rubra sobre a calçada cai E um rio de sangue dum peito sai Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual Só olho por olho e dente por dente vale À lei assassina à morte que te matou Teu corpo pertence à terra que te abraçou , In-Zeca, , Abraço , *
Meu querido amigo
ResponderEliminarEsse papel é uma relíquia.
beijinhos
Sonhadora
Antes de mais,gosto do visual do Palavras.
ResponderEliminarQuanto ao poema sabes bem quanto me
comovo com a música,a poesia,a voz do Zeca.
Beijo.
isa.
Nossaa parabens
ResponderEliminarbjs
Insana
Este comentário foi removido pelo autor.
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ResponderEliminarOi, meu querido.
ResponderEliminarBelíssima postagem!
Zeca Afonso dispensa maiores comentários.
Gosto muito dessa canção também e compartilho contigo.
Canção De Embalar
Dorme meu menino a estrela d'alva
Já a procurei e não a vi
Se ela não vier de madrugada
Outra que eu souber será pra ti
ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô (bis)
Outra que eu souber na noite escura
Sobre o teu sorriso de encantar
Ouvirás cantando nas alturas
Trovas e cantigas de embalar
Trovas e cantigas muito belas
Afina a garganta meu cantor
Quando a luz se apaga nas janelas
Perde a estrela d'alva o seu fulgor
Perde a estrela d'alva pequenina
Se outra não vier para a render
Dorme quinda à noite é uma menina
Deixa-a vir também adormecer
Beijos,
Mara Regina
De esquecer que um dia eu tive dor e agonia!
ResponderEliminarPerpetuando sempre esse amor na mente!...
Betânia Uchôa
Saudações Poéticas! Beijos no coração!!M@ria
...o que seria da vida
ResponderEliminarsem os poetas e a poesia?
muahhhhhhhhhhhhhhh
*
ResponderEliminarA morte saiu á rua num dia assim
Naquele lugar sem nome para qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue dum peito sai
Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual
Só olho por olho e dente por dente vale
À lei assassina à morte que te matou
Teu corpo pertence à terra que te abraçou
,
In-Zeca,
,
Abraço
,
*